Numero mínimo de opções para se ter uma escolha
O número mínimo de opções para se ter uma boa escolha é duas opções.
Por exemplo, se temos duas opções para escolher a chance de erramos é 50% (1 escolha entre 2),
50% é a maior taxa para uma boa escolha sábia, qualquer diferença aqui é devido a realidade que faz
com que desequilibre os valores para mais ou para menos. Quanto mais opções temos disponíveis menor
fica a chance de acertar uma
única opção. Se temos 3 opções e devemos escolher uma, temos que 1/3 será a correta (~33%). Se só temos uma opção para escolher nunca existirá uma escolha real no sentido do livre arbítrio, pois, como não temos uma segunda opção, não temos como comparar e saber se a primeira opção é melhor que a segunda.
Bem ou mal, esquerda ou direita, copo cheio ou vazio, etc, independente de qual escolhamos pode ter certeza que estaremos corretos (em relação a nós) mas não para outros, porque, dependendo da situação ou mesmo da pessoa, escolher por ela o que lhe seria o correto seria o mesmo que não ter opção nenhuma de escolha. Ou seja, não haveria liberdade em nenhum nível.
Certo ou errado também pode ser uma questão de escolha: o que lhe parece ser certo, pra outro pode ser errado. Num universo de liberdade, não ex=atamente de democracia, conviver com a escolha alheia é totalmente possível, desde que escolha por tolerar falhas em função do bem conviver, ou melhor, manter-se o respeito acima de tudo seria regra geral.
Pessoalmente, ainda acho possível construir um mundo com mais respeito, apesar de que aparentemente esse respeito venha-se desaparecendo ou mesmo diminuindo rápido. Como disse acima, é questão de escolha: ou você escolhe manter o respeito ou vai continuar com as infindáveis brigas de quem tem o maior ego e se este é de esquerda ou de direita, se é bom ou mal (em relação à quem?), ou mesmo se dar banho no cachorro ou o deixa fedendo.
única opção. Se temos 3 opções e devemos escolher uma, temos que 1/3 será a correta (~33%). Se só temos uma opção para escolher nunca existirá uma escolha real no sentido do livre arbítrio, pois, como não temos uma segunda opção, não temos como comparar e saber se a primeira opção é melhor que a segunda.
Bem ou mal, esquerda ou direita, copo cheio ou vazio, etc, independente de qual escolhamos pode ter certeza que estaremos corretos (em relação a nós) mas não para outros, porque, dependendo da situação ou mesmo da pessoa, escolher por ela o que lhe seria o correto seria o mesmo que não ter opção nenhuma de escolha. Ou seja, não haveria liberdade em nenhum nível.
Certo ou errado também pode ser uma questão de escolha: o que lhe parece ser certo, pra outro pode ser errado. Num universo de liberdade, não ex=atamente de democracia, conviver com a escolha alheia é totalmente possível, desde que escolha por tolerar falhas em função do bem conviver, ou melhor, manter-se o respeito acima de tudo seria regra geral.
Pessoalmente, ainda acho possível construir um mundo com mais respeito, apesar de que aparentemente esse respeito venha-se desaparecendo ou mesmo diminuindo rápido. Como disse acima, é questão de escolha: ou você escolhe manter o respeito ou vai continuar com as infindáveis brigas de quem tem o maior ego e se este é de esquerda ou de direita, se é bom ou mal (em relação à quem?), ou mesmo se dar banho no cachorro ou o deixa fedendo.
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